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Aprenda o método certo de verificar o óleo do carro





O mais recomendado é olhar o nível de óleo antes de fazer o veículo funcionar pela primeira vez no dia. “Há uma prática comum de verificar o nível assim que se chega para abastecer. Mas como o motor estava em movimento até poucos instantes atrás, parte do óleo está ainda nas partes mais altas do motor e não é considerado na medição. Resultado: o consumidor acredita que o nível esteja baixo e aceita completar o volume. Mas na verdade o que ocorre nestes casos é um excesso de volume de óleo no cárter (nome do reservatório onde fica o óleo de motor), que pode levar ao aumento na pressão interna e vazamentos”, explica Edmilson Santos, consultor técnico da Castrol Brasil.
Com o motor frio, o motorista terá um retrato fiel da situação. Basta encontrar a vareta e ver se está entre o nível mínimo e máximo. Se estiver nessa faixa, ótimo. Se estiver abaixo, é preciso completar com o mesmo óleo indicado pela montadora. Ou seja, observando se o recomendando é lubrificante sintético, semi-sintético ou mineral. Edmilson diz que a recomendação é ver uma vez por semana e em locais planos. Em alguns modelos as varetas de óleo não possuem indicação de máximo e mínimo. A marcação de medida é por uma superfície estriada na extremidade. A indicação de máximo representa exatamente o comprimento dessa parte estriada.
 Caso esteja fazendo as medições corretamente e mesmo assim o nível estiver baixo, não se assuste. É normal baixar em mais de um litro entre uma troca de outra de óleo. Não é normal, porém, perda excessiva. O carro pode estar com vazamentos. “Duas dicas para observar possíveis vazamentos no motor são verificar se há formação de névoa de óleo ao se abrir o capô do carro e também colocar um papelão ou jornal no chão logo abaixo do motor ao chegar em casa”, orienta Edmilson.

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