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Cobalt 2014 passa a contar com MyLink

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A Chevrolet não para. Mesmo renovando praticamente toda a sua linha de veículos, a fabricante continua investindo na melhoria contínua de seus produtos. Depois de apresentar as linhas 2014 de Celta e Classic, agora é a vez do Cobalt 2014, com uma importante novidade: o sistema multimídia MyLink. O sistema multimídia MyLink – "Bring Your Own Media", permite ao usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e aplicativos do celular para dentro do veículo, além de fazer ligações telefônicas via Bluetooth por meio da tecnologia HFT (Hands Free Telephone). Ele se destaca por sua interface intuitiva e de fácil navegação, a qual faz uso de uma tela LCD touch screen de sete polegadas. Por meio do sistema, é possível controlar algumas configurações do carro, como avisos sonoros de faróis ligados, travamento automático das portas, entre outros. Outra comodidade viabilizada pelo sistema está na possibilidade de o usuário distribuir o som ambiente do rádio de forma independente em cada ...

Funcionamento motores

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Introdução                Os motores diesel foram inventados há muitos anos. Seu inventor foi o engenheiro alemão Rudolf Diesel, daí o nome de motor diesel. Apareceu em 1897, mas é a partir de 1930 que começa a ser lançado em veículos grandes, desde ônibus e caminhões até navios. A principal vantagem dos motores a diesel é o fato de o combustível ser mais barato que a gasolina. Se ele não se tornou comum nos automóveis foi por causa das dificuldades que resultam e que encarecem o motor, sem uma apreciável vantagem; entretanto, no transporte pesado e para grandes distâncias, é indiscutivelmente superior aos motores à explosão, sendo muito mais econômico. Funcionamento Os motores diesel não diferem muito dos motores a explosão; os elementos constituintes de ambos são os mesmos. Poderíamos dizer que a diferença fundamental é a maneira de "queimar" o combustível. Nos motores a explosão, o combustív...

Nota de repudio sobre condicoes do curso no CEEP-Aureo filho

Alunos do Curso Técnico em Mecânica Automotiva Turma6v repudiam esse curso acima citado, pois alem de na Matriz curricular não incluírem a componente metrologia ou outra equiparada, se desgasta com a falta de estrutura mínima.  A instituição não tem autonomia pra mudar certas nuances que se apresentam, nas aulas práticas falta ferramentas diversas, o básico não contempla,nem mesmo sanitários dignos, marca-se visitas técnicas e não se cumpre foi o que aconteceu dia 10 de junho de 2013 não tivemos a Bosch e por esta de férias o coordenador substituto pediu que fossemos pra oficina, sem plano de aula, sem metodologia nenhuma, ponto que ficaram paralisadas os estudos se ao menos tivéssemos na biblioteca material de conteúdo específico da área, coisa que já solicitamos pra efetuar uma assinatura de revista da área. O email que colocam como canal de sugestões  e criticas não tem conseguido suprir a contento, uma semana esperei resposta de solicitação do porque não se fez as...

Sistema de ignição Convencional

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Para que a mistura de combustível+ar se queime no interior do cilindro do motor, produzindo assim a força mecânica que o movimenta, é preciso um ponto de partida. Este ponto de partida é uma faísca que inflama a mistura, e que é produzida por uma série de dispositivos que formam o sistema de ignição. A finalidade do sistema de ignição é gerar uma faísca nas velas, para que o combustível seja inflamado. Os sistemas de ignição utilizam diversos componentes que vêm passando por alterações no decorrer dos tempos. Assim, o sistema tradicional tem a configuração mostrada na foto abaixo. Clique na figura para ampliar esquema ligacao A bateria, neste sistema, é a fonte primária de energia, fornecendo uma tensão em torno de 12V nos veículos modernos (nos tipos mais antigos podíamos encontrar também sistemas de 6V e nos mais modernos chegaremos aos 36V). Esta tensão, muito baixa, não pode produzir faíscas. Para que ocorra uma faísca ou centelha é preciso que a eletricidade ...
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Distribuidor A finalidade do  distribuidor  é levar a cada vela a alta tensão no momento em que ela deve entrar em ação. O distribuidor consiste num sistema de contatos móveis, que gira comandado pela própria rotação do motor, de modo a 'distribuir' a alta tensão entre as velas. Outro item visto no interior do distribuidor também é o rotor que serve de ponte de condução do cabo da bobina até o cabo das velas. O elo final da cadeia é formado por um conjunto de velas. Como já vimos, a finalidade das velas é produzir as faíscas que inflamam a mistura de ar com combustível no interior dos cilindros. Limitações Este sistema de ignição é o convencional, sendo utilizado na maioria dos veículos. Além de ter um desempenho razoável dentro de certos limites, como utiliza poucos elementos é bastante confiável. No entanto, alguns pequenos defeitos existem, e é justamente na tentativa de eliminá-los que são criados sistemas mais avançados e sofisticados, principalme...

bobina de ignição

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A bobina de ignição é na realidade um transformador que possui dois enrolamentos de fio de cobre num núcleo de ferro. O primeiro enrolamento, denominado "primário", consiste em poucas voltas de fio grosso, já que nele vai circular uma corrente intensa sob o regime de baixa tensão (os 12v da bateria). A corrente normal para um veículo de passeio está em torno de 3 ampères. Bobinas especiais para carros de corrida ou "preparados" podem operar com correntes maiores. O enrolamento secundário, por outro lado, consiste em milhares de voltas de um fio muito fino, já que agora temos um regime de alta tensão e baixa corrente. A bobina possui como função elevar os 12 volts da bateria para uma tensão em torno de 20.000 volts, que são transmitidos para as velas. platinado No funcionamento, quando por um breve instante circula uma corrente pelo primário, um forte campo magnético é criado no núcleo de metal ferroso onde está enrolada esta bobina. Este campo tem suas l...

curso do pistao e motores de 4 tempos

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detalhe do pistão O caminho percorrido pelo pistão chama-se curso. É, portanto, a distância entre o PMS e o PMI. O princípio pelo qual o motor se movimenta é o seguinte: 1. A válvula de admissão “abre” e o cilindro aspira a mistura ar + combustível através do movimento de descida do pistão; 2. Fecha-se a válvula de admissão e o pistão volta a subir para comprimir a mistura. Neste instante salta uma faísca pela vela; 3. A mistura ao inflamar-se, se transforma em gases de alta pressão empurrando o pistão para baixo; 4. O pistão desce junto com a biela que movimenta o virabrequim e este volta a subir, abrindo a válvula de escape e expelindo os gases recomeçando assim o novo ciclo. A queima da mistura ar-combutível comprimida na câmera de combustão, ocasiona a explosão. Este processo é conhecido como tempo útil de trabalho. Esta força “empurra” o pistão para baixo, fazendo a biela girar o eixo de manivelas. Como o motor tem vários cilindros que vão explodindo, de acordo com a ord...